Eduardo Madeira: "Quando nos conhecemos, estava numa fase tramada, quase deprimido"

((__lxGc__=window.__lxGc__||{‘s’:{},’b’:0})[‘s’][‘_216764’]=__lxGc__[‘s’][‘_216764’]||{‘b’:{}})[‘b’][‘_639647’]={‘i’:__lxGc__.b++}; ((__lxGc__=window.__lxGc__||{‘s’:{},’b’:0})[‘s’][‘_216764’]=__lxGc__[‘s’][‘_216764’]||{‘b’:{}})[‘b’][‘_639641’]={‘i’:__lxGc__.b++};

Eduardo Madeira conheceu Joana há cerca de dez anos. A companheira surgiu-lhe em boa altura. Estava “numa fase tramada, quase deprimido”, e foi ela que o ajudou a melhorar.

Quando nos conhecemos, estava a passar uma fase muito complicada da minha vida“, confessou Eduardo Madeira numa entrevista recente que deu à revista Nova Gente.

Apesar de ser uma pessoa bem disposta e de bem com a vida, estava numa fase tramada, quase deprimido. Não estava, mas quase. Ela é muito bem disposta mesmo. Provocou em mim um efeito incrível. Transmite-me muito boas energias. Está sempre em altas. Ela é fantástica. É maluca e basta“, acrescentou, desta feita, em jeito de brincadeira.

(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

Nós somos muito parecidos e acho que esse é o segredo, damo-nos muito bem. Mas as pessoas bem dispostas também têm maus dias. Eu sou assim por natureza, mas também tenho momentos difíceis. Qual é a minha filosofia de vida? Não vale a pena andar depressivo, triste ou em baixo. O segredo é relativizar. É que é mesmo. Há sempre alguém pior do que nós“, concluiu.

Eduardo e Joana Madeira têm duas filhas em comum: Leonor, de oito anos, e Carolina, de nove meses.

(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});