Explicado! Por que o pai de Luís Osório não foi mencionado no livro de Paulo de Carvalho

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Paulo de Carvalho lançou uma biografia no qual não é mencionado o nome de José Manuel Osório, antigo agente e pai de Luís Osório.

Recentemente, instalou-se uma polémica entre Luís Osório e Paulo de Carvalho. Foi lançada uma biografia sobre o cantor, na qual não vem mencionado o nome de José Manuel Osório, antigo agente do artista e também pai do jornalista da TSF.

Indignado, Paulo de Carvalho emitiu um comunicado onde diz ter sido “vítima de uma série de graves calúnias” e repudiou a “mentira infame”, ao passo que Luís Osório reagiu: Se achar por bem – que me processe por difamação do seu bom nome. Terei gosto em esclarecer o tribunal e de levar comigo toda a família direta, todos os que em casa presenciaram o estado de abandono, de sofrimento e de raiva do meu pai” (recorde no link no final do artigo).

Entretanto, o autor da referida obra, Alberto Franco, saiu em defesa de Paulo de Carvalho e explicou a ausência do nome de José Manuel Osório: ““Paulo de Carvalho-60 Anos de Cantigas” centra-se no essencial da vida e da carreira do biografado. Muita gente que se cruzou com o Paulo ao longo do seu percurso, como é o caso dos agentes, ficou por mencionar“.

Porém, não se veja nisso menosprezo por ninguém, mas apenas o custo de resumir seis décadas de uma carreira riquíssima num livro de 166 páginas. Era preciso optar e eu optei, com a liberdade que me assiste como autor. Enquanto narrador da sua história, o Paulo respondeu ao que lhe perguntei. E creio que há mais nada a referir, se não que gostei muito de trabalhar com ele”, lê-se ainda.

“Estás a fazer-te de vítima”

Na noite da passada segunda-feira, dia 24 de janeiro, Luís Osório fez uma nova publicação nas redes sociais, onde revela que o acusaram de se estar a “fazer de vítima”.

“Estás a fazer-te de vítima”, escutamos como acusação. Uma perda de tempo que deveríamos utilizar para reposicionar os personagens em cada um dos nossos filmes privativos. Há sempre quem apareça a fazer esse papel (esse e os outros), precisamos mesmo que o faça, para que nos 120 minutos de duração da vida (mais longos do que as duas horas de um filme) possamos provar de todos os pratos. Saibamos receber pulhas, falsas vítimas e oportunidades com o paladar desperto e um digestivo sem nenhuma pedra de gelo. Puro. E comprimidos fortes para o enjoo“, pode ler-se.