Inês Herédia chora a morte de António da Cunha Telles: "Teve muita importância para mim"

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António da Cunha Telles, nome maior do Cinema Novo português nos anos 60, morreu aos 87 anos.

O produtor e realizador António da Cunha Telles, um dos nomes maiores do Cinema Novo português nos anos de 1960, morreu esta quarta-feira, aos 87 anos.

Inês Herédia, que com ele privou, utilizou a rede social Instagram para lhe dedicar uma mensagem e fazer um profundo desabafo. “Na última mensagem que trocámos, falava em organizar um encontro gourmet mediático cultural e muito especialmente com um clín d’oeil ao futuro. É difícil explicar a importância que teve a passagem do António pela minha vida. Sei que estou triste. Estou mesmo triste. Obrigada por tanto, querido António. Até já“, escreveu a atriz.

De seguida, dedicou-lhe ainda um poema de Mário de Sá Carneiro: “Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas! Que o meu caixão vá sobre um burro, Ajaezado à andaluza… A um morto nada se recusa, Eu quero por força ir de burro“.

De recordar que, como realizador, António da Cunha Telles filmou “Meus Amigos”, em 1974, “Vidas”, em 1984, ou “O Cerco”, em 1970.