Teresa Guilherme vai ser comentadora do 'Big Brother Brasil'

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Há um ano afastada da televisão, Teresa Guilherme prepara-se para assumir um novo desafio.

Teresa Guilherme é a rainha dos reality shows em Portugal, mas desta vez está pronta para assumir um novo desafio além-fronteiras. A apresentadora vai ser comentadora do ‘Big Brother Brasil’, e promete que não vai perder nada do que vai acontecer no maior reality show do mundo.

Esta edição, que estreou no dia 17 de janeiro, junta pessoas anónimas e famosas, entre elas o surfista Pedro Scooby, também conhecido por ser ex-marido da atriz Luana Piovani. Em Portugal, o BBB22 pode ser visto através do Globoplay, a plataforma de streaming da Globo – que chegou ao nosso país em outubro do ano passado.

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Os assinantes podem ver o que acontece na casa 24 horas por dia, através das 11 câmaras disponíveis, além de outros conteúdos “on demand” do reality show.

Abaixo, pode ler uma entrevista a Teresa Guilherme, na qual revelou ser uma fã e espetadora assídua do programa.

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Qual a sua opinião sobre o ‘Big Brother Brasil’, reality show que em Portugal pode ser visto em exclusivo no Globoplay?

Sempre tive uma admiração muito grande pelo ‘Big Brother Brasil’ porque tudo o que se imagina consegue-se fazer ali. Se há uma boa ideia, ela é concretizada. É tudo em grande. É um verdadeiro jogo. Um jogo não só de emoções, mas é também um jogo onde há prémios muito bons, onde as pessoas se esforçam, onde as pessoas vão para jogar e é muito emotivo. Claro que também tem os amores e os ódios, como é normal, mas o jogo em si tem muitas reviravoltas que são interessantes. E o público também participa muito e pode participar de diversas formas. O programa de televisão está muito bem relacionado com as redes sociais. No fundo o programa foi evoluindo à medida que os tempos foram evoluindo.

Já era espectadora das edições anteriores do BBB?

Sempre vi e sempre achei a casa maravilhosa, os concorrentes muito jeitosos, são sempre muito animados, é tudo em bom. E o que vejo ali de diferente e que me agrada é que se é um jogo, é para jogar e para ganhar. E é um programa com desafios maravilhosos, que envolvem muita imaginação. Eu gosto muito. Nós nunca conseguimos copiar nada, porque aquilo é tudo em bom, é tudo em grande, num país muito grande, e nós aqui em Portugal somos mais pequeninos. Mas sempre admirei e sempre vi o Big Brother Brasil.

Por que motivos o público português deve assistir a este reality show?

Os reality shows são um género, como as novelas. E os portugueses da mesma forma como são noveleiros, tal como os brasileiros, também adoram realities. E se podem ver o suprassumo dos realities por que não hão de ver? Vão ficar rapidamente surpreendidos com as diferenças e atraídos pelos concorrentes. Vão apaixonar-se pelos concorrentes com a grandiosidade que esta versão brasileira tem. Os espectadores portugueses vão rever-se no sonho que os brasileiros também têm de entrar naquela casa maravilhosa.

Na sua opinião, o que explica o sucesso do BBB, tanto do lado do público como dos concorrentes?

Os concorrentes em si quando vão saindo da casa vão sendo bem tratados e as pessoas sabem que há atores e apresentadores da Globo que passaram pela casa. Os concorrentes já são umas estrelas quando entram no programa porque a procura é tão grande, há um desejo tão grande de entrar, que os poucos que são escolhidos já são uns heróis. E aquelas pessoas sabem que estão a ser vistas por milhões e votadas também por milhões, é uma coisa impressionante. E há um engagement muito grande, há um envolvimento do público com os concorrentes enorme. Eles sabem que a vida deles muda ali, e pode ser para o bem ou para o menos bem. Mas sabem que é uma oportunidade de serem figuras públicas e isso aumenta o sonho de quem está a assistir de um dia estar ali também.

Se fosse convidada para participar no BBB aceitava?

Confesso que não sou muito boa no convívio permanente e isso é independente de ser em Portugal, em França ou no Brasil. Se fosse para fazer uma participação e passar só alguns dias seria divertido. Esta edição do BBB tem concorrentes famosos e anónimos e é engraçado ver como todos interagem tão bem. Há a admiração de se ver aqueles que já todos conhecem, mas depois há uma humanização de toda a gente. Acho muito interessante.

Tendo sido apresentadora de várias edições portuguesas do ‘Big Brother’, qual considera ser o grande desafio de quem está no comando deste programa?

Não julgar. Qualquer apresentador não deve julgar os seus entrevistados e aqui ainda menos porque na verdade nenhum de nós sabe exatamente o que eles estão a viver, por mais que a gente olhe para eles. A permanente ameaça de ser expulso do programa e de não ser bem aceite pelo público e por quem está lá dentro da casa é grande. Há uma necessidade de agradar e de viver ao mesmo tempo. Dentro do reality show as pessoas não são aquilo que são cá fora. São pessoas que estão a viver aquela experiência, aquela aventura. O que o apresentador deve fazer é ver, observar, fazer perguntas, mas sem julgar. Não é por acaso que os concorrentes ficam numa espécie de irmandade porque só eles sabem o que é estar fechado numa casa.